Minha mãe, ao relatar para alguns médicos que estava tendo dores na relação sexual, ouviu que sexo não era para pessoas da idade dela, e sim para a filha dela. Foi quando, inconformada com aquela afirmação, começou a pesquisar e descobrir que o vaginismo é comum em mulheres menopausadas. Neste momento ela conheceu a Dra. Dani, que além de ser uma excelente profissional, também soube lidar de forma sensível e humana com as inseguranças que minha mãe adquiriu depois de ouvir tantos absurdos. O tratamento foi um sucesso.
Fisioterapia pélvica
Vaginismo tem tratamento.
Fui paciente de vaginismo. Sei exatamente como é a dor, o medo e o tabu que envolvem esse diagnóstico, e hoje ajudo outras mulheres a atravessarem esse caminho.
Agendar consulta
O que é vaginismo?
Vaginismo é a contração involuntária dos músculos ao redor da vagina, que dificulta ou impede a penetração, seja na relação sexual, no exame ginecológico ou no uso de absorvente interno. A musculatura reage como se estivesse se protegendo de algo, mesmo quando a mulher deseja a penetração.
Pode aparecer na primeira tentativa de relação sexual, depois de um parto, na menopausa, ou após uma experiência dolorosa ou traumática. Em muitos casos não há uma causa física visível: o corpo aprendeu a reagir com tensão, e isso pode ser reaprendido.
Como funciona o tratamento?
-
Avaliação
Avaliação da musculatura do assoalho pélvico e escuta da sua história, sem pressa e sem julgamento.
-
Reeducação
Técnicas de relaxamento muscular, autoconhecimento do próprio corpo e dessensibilização gradual da região, no seu ritmo.
-
Acompanhamento
Quando necessário, o trabalho é feito em conjunto com ginecologista e psicólogo, já que o vaginismo costuma envolver o corpo e as emoções.
O que dizem minhas pacientes
Perguntas frequentes
O vaginismo tem tratamento, e a maioria das mulheres apresenta melhora significativa com o acompanhamento adequado. O processo é gradual e respeita o tempo de cada paciente, mas os resultados costumam ser muito positivos.
Varia de mulher para mulher, depende do histórico, do tempo de queixa e da resposta individual ao tratamento. Algumas pacientes relatam mudanças já nas primeiras sessões; o acompanhamento é sempre personalizado.
Não. O trabalho é feito de forma gradual e respeitosa, no ritmo da paciente, sem procedimentos forçados. O objetivo é justamente reduzir a tensão e o desconforto, não gerar mais dor.
Não é obrigatório, mas o acompanhamento em conjunto com ginecologista, e psicólogo quando necessário, pode enriquecer o tratamento, já que o vaginismo envolve fatores físicos e emocionais.
Sim. Além das unidades presenciais em São Bernardo do Campo e São Paulo, também é possível fazer o acompanhamento online, para mulheres de qualquer lugar do Brasil.
É os dois. A musculatura reage de forma involuntária, mas essa reação costuma estar ligada a experiências, medos ou tabus. Por isso o tratamento cuida do corpo e acolhe também a parte emocional.
Pronta para dar o primeiro passo?
Atendimento em São Bernardo do Campo, São Paulo (Av. Paulista) e online, para todo o Brasil.
Agendar consulta